Claro que a falta de energia elétrica provoca uma série de transtornos. E quando acontece exatamente no último dia do ano, diante das expectativas de momentos de confraternização, o transtorno assume o papel da indignação. Principalmente quando foram ofertadas à população, pela companhia elétrica, a segurança de um sistema que garantiria energia sem problemas mesmo com o aumento no fluxo de turistas e visitantes. Mas apesar dos percalços e da insatisfação, que atingiram centenas de residências, a resposta da Celesc foi dentro dos padrões de aceitação comparado ao tamanho do estrago. Florianópolis, principalmente, na região Norte foi atingida por uma tormenta de grandes proporções ao ponto de levar acabo vários postes de energia interrompendo o abastecimento em cinco unidades, deixando as escuras mais de 50 mil residências. Foi um trabalho árduo e intenso para restabelecer a luz. E para quem ficou no escuro cada minuto era uma eternidade. E dá para reconhecer que por horas sem luz fica difícil de aceitar explicações.