De repente o despacho de um ministro do Tribunal Superior Eleitoral poderá abastecer desvios de conduta, ou seja, ilegalidades. Ocorre que o ministro substituto Arnaldo Versiani embora tenha reconhecido que o senador cassado pelo Tribunal Regional de Rondônia, Expedito Júnior, tenha comprado quase mil votos considerou que a diferença de votos com o segundo colocado não alterou o resultado, sendo assim não concordou com seu afastamento. Deu para entender? O tal ministro concordou que houve compra de voto, mas não cassou o senador eleito Expedito Júnior, por que a compra não mexeu no resultado mantendo em segundo lugar Acir Gurgacz. Ou seja, está liberada a compra de votos desde que ela não altere o resultado…como assim? Parece piada de mau gosto.