Vale destacar que em 2005 o procurador-chefe do Ministério Público Federal, Walmor Alves Moreira, fez uma série de denúncias de crime ambiental em Florianópolis. Há mais de 300 ações contra a Fatma por comercialização de licenças. Quando assumiu em 2003 percebeu a má gestão ambiental por parte da Fatma, que não respeitava a legislação, o código florestal e as resoluções da Conama.