Quando o ministro do Trabalho, Miguel Rossetto, tenta tapar o sol com a peneira dizendo que o desemprego no Brasil, que alcançou o pior resultado da série histórica desde 1992, não destruiu as conquistas do mercado de trabalho dos últimos anos, tenta, isso sim, justificar o injustificável. O país se aproxima de uma das piores crises que é a social. O desemprego pelos desajustes e pedaladas desse governo de omissões e suspeições colocou o Brasil em marcha ré. Estamos amargando uma recessão que alcançará o trabalhador o colocando no patamar da indignidade. No plano emocional o desemprego produz uma série de dificuldades e problemas influenciando diretamente na saúde das pessoas. É natural que afeta as pessoas e que provoca episódios depressivos. Neste momento o governo Dilma não está ofertando nada que impulsione a economia, apenas tapando os buracos que produziu para se manter no poder e isso gera como uma das consequências o desemprego, que tende a aumentar, infelizmente.