Parecia que a sessão de quinta-feira na Assembléia passaria sem grandes debates e cobranças. Daí o líder petista Pedro Baldissera subiu à tribuna. Mudou o clima. Ao comparar o equilíbrio das contas do governo estadual com as de um pai de família que gasta além do salário bateu pesado no governo considerando que o furo de caixa se deve ao crescimento da máquina pública, por conta da criação de novas regionais. Cutucou os governistas. Quem rebateu foi o peemedebista Edson Piriquito enaltecendo que as regionais já passaram no teste das urnas, com a reeleição de Luiz Henrique, e atacou Baldissera: ?Agora entendo porque o Papa Bento XVI pediu para os padres não atuarem na política. O senhor é um pregoeiro da desgraça e do apocalipse, quer o quanto pior, melhor?. Tudo isso de forma contundente. Mas além deste episódio marcou a imparcialidade da presidente Ana Paula Lima que comandava os trabalhos. Dirigiu-se ao companheiro de partido, Pedro Baldissera e perguntou se ele queria uma questão de ordem, sem ter solicitado. Não tinha feito nem menção de pedir a palavra. Baldissera aproveitou para defender seu ministério religioso. Quando Piriquito voltou ao debate, outra vez a deputada tropeçou na inexperiência retrucando as manifestações do parlamentar. Não foi mediadora…