“Nesse caso especial, o do chamado auxílio-moradia, repugna-me como cidadão e magistrado, receber uma verba indenizatória sob a qual não incide sequer um imposto de renda, dos magros cofres do Estado, um dos mais pobres da federação.” Essa declaração, que extrai do Estadão, é do desembargador Edvaldo Moura, vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí criticando os R$ 4,3 mil que todos os magistrados recebem como benefício desde setembro de 2014. Ele afirmou que o auxílio-moradia é repugnante destacando que a família dele já mora bem. E deu a entender a quem deveria ir esses recursos já que a míseros reajustes salariais para classes mais sacrificadas como dos professores, policiais civis e militares, agentes penitenciários e outros. Xô Privilégios.