Nos corredores do Planalto já há uma convicção de que o governo Dilma dificilmente voltará a surfar em índices pelo menos razoáveis de popularidade. Caso chegue a 2018 a presidente quer garantir a reforma da previdência. Seria seu legado, segundo evidenciou o chefe da Casa Civil, Jacques Wagner. Semelhante ao que o governador Raimundo Colombo está fazendo por aqui, com apoio da base aliada, deixando claro que a previdência não pode continuar nos patamares atuais. Guerra do Estado. A proposta em Brasília é de até 2027 unificar a previdência valendo para todos desde funcionários públicos, hoje carregados de privilégios impagáveis, até o trabalhador da iniciativa privada. Em Santa Catarina o primeiro passo foi dado. Mas o mais importante é alterar a idade de aposentadoria compatível com a expectativa de vida. Comenta-se que seria de 65 anos para homens e mulheres. Mudar as regras da previdência está se tornando uma questão de sobrevivência