Enquanto a oposição acusa o prefeito Camilo Martins de extinguir o Samae criando a Secretaria Municipal de Abastecimento e Esgoto, para usar os R$ 56 milhões da autarquia não mais em saneamento e sim em outras finalidades, o prefeito rebate afirmando que seus adversários ainda por cima desconhecem as leis. Esses recursos oriundos do Samae, por determinação legal, não podem ser destinados a outra finalidade senão esgoto. São carimbados. E a extinção do Samae foi para economizar cerca de R$ 400 mil por ano, pois como autarquia deveria constituir Procuradoria, e outras exigências, gerando despesa. E se existem 5% de saneamento básico em Palhoça é porque a lei determina que os loteamentos devam construir a rede de esgoto. “Quando assumi não havia nenhum projeto de saneamento. Estou em fase final desse trabalho. Vou abrir licitação ainda este ano para iniciar as obras na região Sul, nas praias,” afirmou Martins.