Enquanto a Fiesc encaminhava ao vice-presidente Michel Temer um documento com 15 ações para retomada do crescimento, entre elas, a simplificação do sistema tributário, ou seja, a diminuição da carga tributária, a presidente Dilma reforçava a necessidade de reeditar a CPMF. Não há sintonia entre o setor produtivo e esse governo. Por sinal a Fiesc prossegue em sua campanha contrária a CPMF, que o governo espera contar no segundo semestre deste ano.