O país em crise por conta de um governo incompetente. O país com a economia aos solavancos produzindo prejuízos e desemprego. E além de incompetente, um governo, no mínimo, debochado e perdulário quando convém. Vários cortes foram anunciados atingindo a saúde, a educação, a infraestrutura. Serviços essenciais à população estão sendo reduzidos em nome de ajustes fiscais necessários para recuperar o dinheiro que se perdeu em ações inconsequentes e muitas delas de interesse estritamente politico/eleitoral. Inclusive houve cortes de verba na Polícia Federal e no Ministério Público Federal, numa conveniência fácil de identificar, pois a redução orçamentária afetará as operações de combate à corrupção. Em paralelo esse mesmo governo busca apoios para aumentar impostos e recriar muitos outros, como a CPMF, visando reoxigenar os cofres públicos no sacrifício de uma sociedade de uma carga tributária elevada sem retorno compatível. Mas, apesar das dificuldades que argumenta para impor sacrifícios à população, manteve intacto o fundo partidário com aumento superior a 150% passando de R$ 311 milhões para R$ 819 milhões. Aí não houve cortes, nem reduções por conta da crise. Na verdade nesse universo não existe crise. Isso sim é repugnante, pois fica visível o uso de dinheiro público de maneira torta visando à manutenção no poder. O que partidos políticos, muitos de aluguel, fazem pelo país, por seu povo? Porque quase R$ 1 bilhão para siglas de discurso fácil, carregadas de promoção pessoal? É revoltante ter que pagar essa conta, enquanto padecemos de serviços essenciais de obrigação do Estado.