A presidente Dilma voltou a repetir que não há nenhuma base para um impeachment, e que estão promovendo um golpe. Foi durante a Convenção Nacional do PDT onde ela se colocou em paralelo à crise enfrentada por Getúlio Vargas, na década de 50, para renunciar ao poder. De bom humor aproveitou para acatar aqueles que considera golpistas e defendeu sua permanência no poder. Até aqui os ingredientes politiqueiros são maiores do que acusações fundamentadas que coloquem a presidente no banco dos réus. Claro que caso fossem consideradas as “mentiras” de campanha o impeachment já estaria consumado. Mas mesmo se sentindo inocente nesse processo o PT decidiu não coloca-la no programa do partido nem ela e nem o “honesto” Lula. Problemas de imagem. As explicações das lideranças, para justificar a ausência dos dois, não convenceram.