Hoje o plenário das Casas Legislativas perdeu a sua essência. Nele surgiam os grandes debates, questionamentos, votações polêmicas, e, contraditórios carregados de argumentos e posturas ideológicas. Era um acontecimento determinados líderes subirem a tribuna e discursarem munidos de suas prerrogativas. Com a oposição desempenhando seu papel fiscalizador atuante, enquanto que governistas munidos de dados tentavam neutralizar críticas e até mesmo denuncia. Embates produtivos e empolgantes na maioria das vezes. Hoje raramente se presencia momentos de discussão elevada. A não ser em votações que contrariam interesses e que produzem reações na maioria das vezes voltadas para a plateia. Discursos que sintonizam muito mais com recados e relatórios e voltados para as transmissões na TV. Pouco interesse no que é dito pelo colega da tribuna e o celular dividindo as atenções. Ficam nas comissões os debates dos projetos para no plenário serem referendados. A política dos grandes oradores perdeu interesse e importância e o plenário perdeu sua essência.