Quem cresce e quem diminui? Pois é, as eleições municipais de outubro mostram, nesse momento, um quadro ainda indefinido, mas com tendências onde o PMDB deverá, de repente, perder algumas prefeituras, mas continuando na liderança aqui em Santa Catarina. O partido rechaça essa perda aposta em crescimento. O PSD tem indicativos para crescer e se sedimentar como o segundo mais representativo do Estado. E pelo visto quer subir pisando no PMDB. Há também avaliações de que o PR, PSDB e PSB ocupem um espaço de mais destaque com o PP reagindo, mas não muito. O PT está sendo apontado como a sigla que sofrerá maiores perdas. A expectativa é de que reduza sua participação nas prefeituras catarinenses, perdendo muito espaço. Mas tudo isso só terá uma resposta definitiva vinda das urnas. Como deu a entender o presidente da Fundação Ulisses Guimarães, o ex-ministro Moreira Franco, as eleições municipais serão uma espécie de divisor de águas, inclusive, para os partidos que terão uma resposta fiel dos eleitores avaliando o que significou todas as interferências diretas como a Lava Jato, no combate à corrupção, a crise econômica, política provocando fortes ingredientes sociais, e, as novas regras de campanha. Ou seja, servirá de balizamento para 2018. Há uma espécie de expectativa por parte dos agentes políticos sobre como irá se comportar o eleitor e o que ele vai expressar nas urnas depois de toda essa carga de revelações e decepções. O momento tem sua importância que de repente estabelecerá um rumou, ou não, para as eleições de 2018.