Pois é, Blumenau, que produziu um fato inédito, ficando seis dias sem transporte coletivo, deverá ter até outubro deste ano, se tudo correr normalmente, um novo consórcio mantendo a política de não conceder subsídios às passagens. “A tarifa não pode cobrir a ineficiência do setor privado,” deixou bem claro o prefeito Napoleão Bernardes, que ontem esteve no Grupo RIC conversando com jornalistas. Bernardes, também, pretende sugerir aos colegas da Região a criação de uma Agencia Reguladora para o transporte coletivo, que segundo ele, não permitirá a interferência política e muitas vezes demagógica no setor, atendendo exclusivamente o usuário.