É visível que há muitas opiniões controversas quando se trata de esgoto, por sinal uma vergonha que Santa Catarina só agora tenta enfrentar de fato. A jornalista Carla Argolo produziu para a Secretaria da Comunicação um relatório simplificado sofre o funcionamento do programa Se Liga na Rede, que é realizado pela Casan e pela Prefeitura, sob coordenação da Secretaria de Habitação e Saneamento. Participam ainda, para dar apoio ao programa, a Floram e a Vigilância Sanitária. “Responsabilidades: Casan: Financiamento do programa e execução das vistorias e informação das irregularidades encontradas à Secretaria de Habitação e Saneamento. Isso é feito por meio das equipes contratadas para o programa. Secretaria de Habitação e Saneamento: coordenar o programa e acionar os demais parceiros, conforme o caso. Na prefeitura, é a Secretaria de Habitação e Saneamento que tem a relação dos imóveis que estão sendo fiscalizados e têm irregularidades. Lá eles também sabem quais estão sob responsabilidade da Vigilância Sanitária e quais estão sob responsabilidade do órgão ambiental. Floram: Tomar as medidas pertinentes a cada caso onde existam questões de lançamento de esgoto direto ao meio ambiente (p.e. rios e córregos, no mar ou rede pluvial). Ela infraciona e multa quando a irregularidade não é corrigida. Também pode efetuar o lacre da tubulação irregular no ambiente. Vigilância Sanitária e Ambiental: Intimar a apresentação da certidão de regularidade emitida pelo Programa se Liga na Rede e tomar as medidas necessárias sempre que detectado lançamento irregular de esgoto a céu aberto que possa causar risco direto à saúde das pessoas. Em casos de estabelecimentos comerciais, o imóvel pode ser interditado. Se for residencial, não – eles são intimados a regularizar a situação. Obs. Os casos em que nem a intimação e nem as punições da Floram ou da Visa resultem em regularização do problema, ficou acordado no início do programa que seriam enviados ao Ministério Público.”