Reduzir a folha não está nos planos do governador Raimundo Colombo argumentando que já ocorreram cortes tanto que há muitos cargos vagos no governo. Colombo defendeu sua posição no campo emocional afirmando que ao invés de mandar embora um “pai de família” jogando-o na vala do desemprego prefere reduzir contratos que considera onerosos. Diferente da iniciativa privada que está dispensando empregados e criando um problema social no Estado, devido a crise. Quanto aos contratos são 16 mil. Colombo garante que inicialmente a área de terceirizados está passando por uma revisão alcançando uma economia de R$ 50 milhões e agora está ingressando na área de tecnologia unificando o uso de softwares e reduzindo custos. Disse que essa operação significa cortar gordura. Mas mesmo assim a máquina continua avantajada.