Foi confirmado pelo Tribunal Regional do Trabalho a sentença que condenou o banco Santander a indenizar com R$ 450 mil, por danos morais, a ex-funcionária Sinara Figueiredo, demitida a pedido do ex-presidente Lula. A decisão dos magistrados deixou claro que não há como inocentar a direção do banco. Em julho de 2014, o setor comandado por Sinara Figueiredo elaborou um documento entregue a correntistas registrando que a economia brasileira estava apresentando baixo crescimento, com inflação em elevação e déficit em conta corrente. Ou seja, fazia um diagnóstico sombrio sobre a economia no comando do PT de Dilma Rousseff. Lula disparou todos seus torpedos contra essas informações e crucificou a analista do Santander revelando aproximação com o dono do banco. Em discurso chegou a dizer que “…mantê uma mulher dessa num cargo de chefia é, sinceramente…Pode mandar ela embora e dar o bônus para mim….” Dirigia-se ao banqueiro espanhol Emilio Botín, que morreu antes de Dilma reassumir o cargo. Essas foram as palavras do ex-presidente. Segundo a juíza do Trabalho, em sua primorosa sentença, o banco prejudicou a carreira de Sinara Figueiredo e foi submisso a forças políticas voltadas exclusivamente a interesses eleitorais. Atualmente Lula está disparando ações judiciais na busca de retrações quando se sente atingido pela verdade. A funcionária do Santander que ele, ex-líder sindical, defensor da classe trabalhadora, ajudou a demitir, conseguiu recuperar sua honra e respeito, pois em seus relatos não havia nada além de constatações de analistas financiero9s e que se confirmaram como verdades absolutas. Ela a funcionária foi verdadeira, enquanto isso….