O governador Raimundo Colombo confirmou que há sim uma, digamos, pressão de alguns setores empresariais visando nacionalizar seu nome. Colombo movido por uma forte modéstia considerou que não tem estrutura pessoal para o tamanho dessa empreitada, mas colocou como fundamental o momento do seu governo e as responsabilidades assumidas afirmando que não seria justificável um projeto pessoal. Sobre o Senado expôs que é um caminho natural, embora não descarte, conforme as circunstâncias, ficar até o final do mandato. O que não parece muito provável. Para Colombo o Brasil vai ter que ser passado a limpo. Há um sentimento exagerado de pessimismo e desgaste da classe política. Defendeu uma nova Constituição inclusive que permita aos governantes corrigir injustiças. Só mudanças profundas para superar esse abismo. Realmente diante do que presenciamos e enfrentamos fica difícil de depositar credibilidade na classe política.