Diante de temas complexos e polêmicos onde o governo está empenhado em difundir ações fundamentais para o futuro os sindicatos se apresentam como obstáculo por se sentirem prejudicados. A partir dessas circunstâncias se colocam em defesa ferrenha das categorias que representam. Daí a pergunta: Por que não expor em detalhes aos sindicatos todas as ações na área previdenciária e do magistério? Resposta: Não tem como dialogar. Várias tentativas foram feitas, desde 2011na crise dos professores. As explicações são apresentadas e discutidas. Há consenso durante a reunião de ambas as partes. Depois na rua fazem e dizem o contrário. Em relação a questão da previdência do estado visando um fôlego financeiro e uma alteração de rumo avançando em mudanças estruturais e mais complexas, o governador Colombo reforçou que realmente essa conta não é do servidor, mas também não é da sociedade. E que em nenhum momento o servidor será criminalizado, pois conquistou um direito assegurado por lei, e que está sendo preservado e garantido, inclusive por meio das ações em andamento. Mas reconhece que como está não tem como sustentar o sistema que entrará em colapso nos próximos anos. Foi sugerido ao governador Raimundo Colombo que o aumento da contribuição previdenciária do funcionalismo público estadual, projeto que desembarcou na Assembleia, fosse de uma só vez, ou seja, 14% direto. O governador decidiu que seria de 1% ao ano até alcançar os 14% em 2018. “É uma questão de respeito humano. Tenho que pensar no servidor…”