No domingo de triste lembrança me dirigia, por voltas das sete e meia, para o Cemitério da Paz a fim de me despedir amargurado do colega e amigo Roger Bittencourt. O trânsito na saída de Jurerê Internacional estava pesado, por conta do movimento intenso nas praias da região. Abalado por uma morte produzida numa rodovia de estatísticas desumanas, via carros tentando vantagens pelo acostamento em alta velocidade. Cheguei a me deparar com duas meninas, com latinhas de cerveja na mão, forçando a passagem. Polícia…nenhuma.