Pois é, apesar de todos os esforços do governador Raimundo Colombo em manter o PSD na aliança com o PMDB em 2018, facilitando sua eleição para o Senado, a tendência cada ação de lideranças do partido leva a um rompimento. PSB, PSD e PR montaram uma força política que deverá receber em breve o PPS. O PP, por sua vez poderá se somar, mas tem também a possibilidade de formar um bloco com o PSDB, que possui uma opção que seria o PMDB e também o bloco que o PSD vem costurando sutilmente. O PT ficou solto na avenida da esquerda e seus não mais de 15% de votos, que tendem a diminuir. Ou seja, está se formando o quadro eleitoral futuro onde Esperidião Amin adversário direto do PMDB ainda aposta numa candidatura ao governo do Estado alimentado até pelo Centro Administrativo. Amin de vice é uma condição muito remota, mas não descartada por estrategistas atuais. Ou governo ou Senado, quem sabe ao lado do governador Colombo, que já reafirmou que deixará o governo para concorrer em 2018. Outubro do ano que vem irá sedimentar algumas decisões em ebulição. O PMDB terá que comprovar sua supremacia enquanto que os demais buscam ocupar espaço e musculatura que irão estabelecer as novas propostas de candidaturas. O certo e que 2018 marcará a renovação com caras conhecidas, de repente, mas virando a página e abrindo um novo ciclo.